Maneiras de Investir Seu Dinheiro – 9 Passos Importantes

Basta conversar por alguns minutos sobre finanças pessoais com amigos, familiares ou colegas para verificar se todos querem investir dinheiro ou parte de sua renda, seja para garantir o futuro das crianças e uma velhice tranquila, seja para obter uma renda extra. e tire seus projetos de vida do papel. Mas você sabe qual é a melhor forma de investimento?

A maioria das pessoas nem sabe por onde começar, o que é perfeitamente natural, já que não temos uma cultura orientada para investimentos no Brasil. Isto é: não é um conhecimento passado de pai para filho, ensinado nas escolas e nem mesmo um tema comum em uma mesa de jantar.

Hoje daremos 11 dicas muito importantes para você descobrir quais formas melhores de investir dinheiro e fazer com que seus recursos financeiros ajudem a atingir suas metas de vida. Confira!

1. Estudo

Quem quer descobrir qual é a melhor maneira de investir dinheiro tem que ter em mente que é necessário ter uma quantidade mínima de conhecimento para que os retornos sejam vantajosos. É muito importante ganhar intimidade com alguns termos amplamente utilizados no meio, como: rentabilidade, risco e liquidez.

Portanto, devemos sempre nos manter atualizados sobre o comportamento do mercado e a política econômica adotada pelo governo.

Isso não significa, no entanto, que você tenha que ser necessariamente uma pessoa autodidata. Atualmente, um bom curso em uma instituição bem conceituada (até mesmo online) pode ser o maior investimento que você pode fazer em sua vida!

Estudar e buscar informações sobre seus investimentos não significa que o investidor deva se tornar um profissional da filial, dedicando 100% de seu tempo a essa finalidade. É perfeitamente possível gerenciar uma carreira de sucesso em outra área, juntamente com investimentos.

Não é bom deixar tudo para terceiros, afinal, estamos falando do futuro e do bem-estar de nossas famílias. Quem tem conhecimento sobre o investimento pode falar sobre o assunto com muito mais propriedade.

2. Busque Sobre a Área

Uma vez que você está um pouco mais dentro dos tipos de investimentos disponíveis no mercado, é necessário investir em autoconhecimento. Queremos resgatar nosso investimento a curto, médio ou longo prazo?

Estamos dispostos a correr riscos? Que tipo de rentabilidade queremos? Estas são perguntas que podem ajudar a formar um perfil de investidor.

A segunda parte da tarefa é procurar um produto que se adapte perfeitamente às nossas peculiaridades para não ter decepções no futuro. É uma decisão que não deve ser feita com pressa, porque pode ter grandes consequências.

Se o investidor está olhando para investir no curto prazo sem correr muitos riscos, você pode apostar, por exemplo, em títulos do governo, já que eles têm grande previsibilidade e liquidez diária.

Agora, se o investidor quiser investir a longo prazo e quiser um retorno maior mesmo sem assumir grandes riscos, seria aconselhável investir seu dinheiro em uma previsão particular.

3. Atente-se à seu investimento

Um grande erro cometido por muitos investidores iniciantes é estudar tudo sobre o mercado financeiro, pesquisar todos os produtos oferecidos por todas as instituições financeiras, buscar a opinião de profissionais especializados, mas, depois de tomar sua decisão, nunca mais pensar em seus investimentos. .

Isso é um erro porque as circunstâncias que justificaram um investimento feito hoje podem não estar presentes em 5 ou 10 anos. Recomenda-se que o investidor reserve algum tempo em sua agenda para reavaliar seus investimentos semestralmente ou, no mínimo, uma vez ao ano.

Mesmo investimentos com liquidez ligeiramente inferior justificam esse tipo de análise, pois em determinadas situações, os danos causados ​​pelo serviço prematuro podem ser inferiores à manutenção do investimento.

4. Admita uma estratégia

A estratégia é especialmente importante para quem quer começar a investir em ações. Temos que escolher um caminho e ser coerente com nossas escolhas.

Alguns investidores adotam a estratégia de apostar na especulação, enquanto outros preferem investir em valor. A sugestão, portanto, é procurar saber tudo sobre cada uma dessas duas estratégias.

5. Fique de Olho na Inflação

Outro erro muito comum cometido por investidores iniciantes é desconsiderar a inflação ao comparar produtos ou calcular os retornos que eles esperam obter do investimento.

Como sabemos, a inflação é uma reação em cadeia, da indústria ao varejo, que acaba aumentando o preço dos produtos e serviços para o consumidor final.

De uma forma muito simplificada, podemos dizer que a moeda representa uma certa fração da riqueza existente no país. Quando o governo decide imprimir dinheiro para se financiar, está colocando mais moeda em circulação sem aumentar a quantidade de riqueza no país.

O resultado disso é um velho conhecido do brasileiro: o dinheiro que está em nosso bolso acaba, ao longo do tempo, representando uma parcela cada vez menor de riqueza, perdendo seu poder de compra no mercado.

É devido à inflação que a poupança, por exemplo, não é mais considerada por muitos como um investimento. Às vezes, apenas produz menos do que a inflação, fazendo com que o investidor perca dinheiro com o tempo.

A sugestão aqui não é comparar os investimentos que já usam a inflação como indexador com os que não usam, e também sempre incluir a inflação nos cálculos quando se trata de saber quanto seu dinheiro se rendeu.

6. Não esqueça os tributos

É sempre bom lembrar ao escolher qual a melhor forma de investimento que, além da inflação, os investimentos também estão sujeitos à tributação “oficial”, principalmente o Imposto de Renda, que pode chegar a uma alíquota de 27,5%.

Apesar disso, o governo acaba dando alguns descontos para algumas formas de investimento como forma de incentivá-las. É o que acontece, por exemplo, com a provisão privada. Portanto, é sempre bom estar informado o suficiente antes de optar por um investimento. No final do dia, o desconto de imposto pode fazer toda a diferença.

7. Faça os Calculos

Além de impostos e inflação, um investimento também tem custos administrativos, que devem ser deduzidos da renda para que possamos discernir entre as melhores formas de investimento, que é o ideal para cada um.

Estes custos são geralmente cobrados pelo banco ou corretor na forma de emolumentos, taxas de administração, taxa de liquidação, taxa de custódia, taxa de retorno, etc.

8. Relacione seu Perfil

Outra sugestão importante para aqueles que estão começando no mundo dos investimentos é descobrir qual é o perfil do investidor. Para fazer isso, é essencial analisar sua tolerância ao risco, os objetivos que você tem com os investimentos e, além disso, o valor disponível para investir.

As pessoas que não admitem qualquer tipo de perda, por exemplo, se encaixam na categoria conservadora e devem evitar opções mais arriscadas ao investir, como o volátil mercado de ações. Investidores iniciantes que admitem perder algum dinheiro em nome da alta rentabilidade, por outro lado, podem ter um perfil moderado ou lançado, dependendo da tolerância dos riscos.

Conhecer seu perfil de investidor ajuda você a descobrir quais são os investimentos mais adequados para você e são informações valiosas quando se trata de montar seu portfólio de aplicativos.

Nesse sentido, é importante compor a carteira de investimentos com produtos variados, sempre considerando o cenário econômico, seu perfil de investidor, se possui ou não uma reserva financeira e, principalmente, quais são seus objetivos de curto, médio e longo prazos.

9. Opções Para o Investimento

Quem está começando não pode perder os tipos de investimentos recomendados para investidores iniciantes. São produtos mais conservadores, mas isso não deixa de oferecer uma boa rentabilidade.

Entre as aplicações mais recomendadas para quem está começando a investir estão o Tesouro Direto, o Certificado de Depósito Bancário (CBD), a Carta de Crédito Imobiliário (LCI), a Carta de Crédito do Agronegócio (LCA) e o Fundo DI, são opção dentro fundos de investimento.

Veja as características de cada um desses investimentos e analise quais são as opções mais adequadas para você, considerando seus objetivos e possibilidades:

Tesouro Direto

Aberto a todos os investidores, o Tesouro Direto se destaca pela simplicidade. A plataforma de negociação on-line para títulos públicos, essa modalidade exige apenas que o investidor tenha uma conta corrente em um banco e em uma corretora com autorização para negociar esse tipo de título.

Uma das grandes atrações do Tesouro Direto é que não há necessidade de um investimento inicial alto. Com apenas US $ 30 já é possível começar a aplicar. Outro diferencial é a liquidez, que pode ser útil para pessoas que precisam de dinheiro no curto prazo.

A segurança é outro ponto a favor, uma vez que o investimento em títulos públicos é garantido pelo Tesouro Nacional.

BDC

Uma das formas mais populares de renda fixa, a CDB é atraente para investidores iniciantes, principalmente pelo baixo risco: tem garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de até R $ 250 mil. Ou seja, se o banco no qual você fez o investimento for quebrado, você não perderá seu dinheiro.

A alternativa é indicada principalmente para investidores que podem manter o dinheiro aplicado por pelo menos dois anos. Desta forma, boa rentabilidade é garantida. O ponto negativo é que os investimentos em CDBs não estão isentos do imposto de renda.

LCI

Outra opção de investimento garantida pelo FGC, o LCI é conhecido por ter alta rentabilidade e risco relativamente baixo. Nessa modalidade, o investidor compra títulos de bancos que, por sua vez, invertem o valor investido no financiamento imobiliário.

Diferentemente da CDB, o investimento em LCI está isento do imposto de renda. Por outro lado, existe um valor mínimo para a aplicação e a liquidez não é tão atraente.

ACV

Como no LCI, investindo em ACV, o investidor empresta dinheiro ao banco. Entretanto, nessa modalidade, o valor é investido em empréstimos destinados ao agronegócio. Também garantido pelo FGC e isento do IR, o produto é uma alternativa para quem tem um valor mais robusto para investir e não pretende usar o dinheiro tão cedo.

O valor mínimo para começar varia de acordo com a instituição financeira, mas pode chegar a R $ 30 mil. Em geral, você tem que esperar pelo menos 3 meses para conseguir o dinheiro.

Fundo DI

Outra opção indicada para quem está iniciando no mundo dos investimentos, os Referidos Fundos de Renda Fixa têm entre suas vantagens a liquidez diária e o baixo risco. Em geral, sua renda está próxima da SELIC, taxa básica de juros da economia brasileira.

O Fundo DI é considerado uma boa opção de investimento de curto prazo. No entanto, para não ter a rentabilidade prejudicada, esteja ciente da taxa de administração cobrada pelo banco ou corretor de valores mobiliários. O ideal é que não exceda 1% ao ano.

Agora que você sabe mais sobre a melhor maneira de investir dinheiro, comece a colocar nossas 11 dicas em prática para que seus recursos financeiros funcionem a seu favor.

E você gostou do nosso conselho? Comente, e não esqueça de acessar nosso site  Cartão limite alto e encontre as melhores dicas de sucesso financeiro!